chocolate words

"Porque eu sou do tamanho do que vejo E não do tamanho da minha altura."

1.31.2010

Descompressão

Não sei de mim, não sei como estou nem porque é que estou... assim!
Sinto-me diferente, sinto-me tão desacreditada...
Parece-me que esgotou a fonte que corria em mim e que acreditava no amor.
ridiculo....
Eu era a princesa e tinha 1000 histórias de encantar...
Esqueci...
Estou diferente, não sei confiar, não sei acreditar.
Não sei o que aconteceu.
Já quebrei tantas vezes e sempre descobri a cola ideal para reconstruir tudo outra vez!
Mas desta vez acho que se perderam os pedaços de mim...

e nem sei se isto tudo é verdade...
Sinto-me sempre uma inocente num mundo em que a inocência não existe!

1.21.2010

Não sei quanto tempo passou...
Não sei para onde foram as palavras...


Tudo mudou... eu mudei.
Mas ao mesmo tempo está tudo na mesma.
Um turbilhão de pensamentos que eu não sei exprimir.

Sinto-me incapaz de confiar... estou cansada.


Tento mais tarde...


"Ama-me quando menos merecer pois é quando mais preciso..."

9.01.2007

Inconsciência


Estou num tempo em que as palavras estão esquecidas.... ou se calhar muito confusas para serem pintadas correctamente!
Surpreendo-me a mim propria com o que sinto, com o que faço.... sinto-me num barco que está a deriva, à espera para ver a que praia vai parar! quero sentir o cheiro da areia, mas nada se avista...
A minha vontade corrompe-me a todos minutos e deixa-me tonta,... afasto-a, afasto as reticências e digo para mim própria que estou a fazer o que é melhor para mim. Ou não!

...

O que faço contigo, anjo que me assombra?
Como te tiro de mim?
Não tiro?... Não?
Não.

Deixo-me ir, sonho acordada, ouço a música no meu carro...
A minha consciência esmurra-me a cara, magoa-me o corpo, porque o que vivo não é real, nem de uma maneira nem de outra!
Estou farta destas mentiras por que me deixo levar mas não consigo sair delas.
Começo a gostar da minha solidão, do meu eu só comigo. Não há enganos, nem ilusões, nem mentiras ou falsas verdades... Não há ninguém que me possa magoar, ninguém que eu possa magoar por as vezes ser egoísta demais...

Farta de escrever sobre o meu amor, aquele que nunca está lá, aquele que vivo na música do meu carro, nas minhas palavras, no meu coração, mas só no meu.
Nem vou escrever sobre aquele que não está no meu coração, embora devesse...
As palavras são inuteis quando não querem ser lidas, quando não são percebidas, quando não são sentidas por ti (alguém).

Vou dormir.
Mais uma vez voar contigo, a sonhar.
Mais uma vez amar-te, meu amor.
Mais uma vez sonhar-te, já que não encontras a minha realidade.



Desculpa, a ti.
Não sei fazer mais.
Desculpa.

7.30.2007



esquecer
viver
gostar
chorar
sorrir
esquecer
esquecer
gostar

7.09.2007

repetição

"A cidade está deserta
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte
Nas casas
Nos carros
Nas pontes
Nas ruas
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura
Ora amarga
Ora doce
Para nos lembrar que o amor é uma doença
Quando nele julgamos ver
A nossa cura"

crying

"I feel I wanna hold you, wanna tell you that you'll be
alright
Sang this song today, it's recalling your pictures all
in my mind
I miss you now
I miss you now"

7.01.2007

Apenas e só

"Uma pessoa escreve porque tem que ser e não é por mais nada.
Não há mas e nem meios mas.
Para quê arranjar desculpas e nuvens que escondam o que nem os óculos de sol disfarçam?
Há murros que não são para esconder e nódoas negras que são de orgulho e se escrevo é apenas porque para mim tem que ser.
Sem filtro e por favor, sem medos!
Deixem-me ser assim, deixem-me sentir as letras e gostar de escrever assim para ti só porque eu gosto e escrevo porque tem que ser.
Há destinos? Não me interessa se o cruzarás por muito ou pouco tempo. Interessa-me que estás cá. Aqui na minha escrita estás tu, consegues ver como escrevi-te em mim?"

texto escrito por: Tânia Pereira, podem encontra-lo aqui

change

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3.04.2007

Sinceridade

Porque de outra maneira não consigo dizer a verdade! E porque já não consigo mais fingir. E menti ao dizer que te perdi porque nunca te tive, não desta maneira!
Porque assim nem tens de dizer nada, o teu silêncio é confortável e eu deixo-te estar, porque sou cobarde e não consigo dizer-te nos olhos, porque és cobarde para o aceitar assim.
Prefiro o teu silêncio do que um qualquer comentário que fica a meio caminho do valor das minhas palavras. Porque magoa.
Porque um adoro-te dito a alguém que provavelmente nem conheces feriu-me mais do que o esperado e não gostei do sabor do sangue. É amargo.
Porque só vejo as estrelas no teu cheiro e ele não está sempre presente e porque eu preciso de mais, não muito mais, mas definitivamente um bocadinho mais.
Não sei ser mais sincera, não sei…
E foi sem querer, e nem reparei, ou se calhar só neguei, mas gosto. Muito.
Gosto da tua amizade, mas gosto mais do que isso, e tu não.
Porque eu adoro-te, sim. Por tudo que me mostras ser, por todos os pormenores de quem tu és e pelo teu riso que me faz ser mel. Porque consigo sempre descobrir mais alguma coisa que me faz gostar mais. Porque também consegues ser estúpido e mau e arrogante e distraído o suficiente para te esqueceres de ter consideração por mim, e irritante, e ainda assim… eu gosto-te terrivelmente de ti.
Porque tu finges não ver e eu finjo não saber. Mas se sou tua amiga sou sincera.
Porque às vezes é preciso mais coragem para desistir do que para continuar a lutar. Porque é preciso admitir quando já perdemos. Porque não sou nenhuma boneca de pano que podes ir buscar quando te apetece.
Não sei deixar de acreditar, nem de sonhar, nem de lutar, não sei se vou ter coragem.
Mas vou partir de um princípio, sinceridade! E talvez ainda me surpreendas…
E eu não queria nem demais nem de menos, apenas a certeza do teu gostar.
Só isso…
Impossível?
Só tu é que podes dizer…
Desculpa.

O teu silêncio já não me diz nada e as tuas palavras já não espero! Mas gostava de ouvir qualquer coisa que me fizesse sentir aquilo que tu és…